: Nessie @ 17:08

Qua, 09/11/11

Achavam que me tinha esquecido, não era? Pois preparem-se que este é comprido - não, mesmo muito extenso. Com muitas fotografias para compensar o atraso, até o sapo ficou baralhado e resolveu tirar-me os espaços e condensar tudo num grande bloco. Preparem o chá, isto vai demorar.

 

Quem lê este blog há uns tempos terá reparado que não sou nenhuma estranha a viagens e que tenho oportunidades maravilhosas quando toca a essa minha grande paixão. No entanto, até ter partido para Edimburgo, nunca o tinha feito de forma independente. Já tinha viajado por duas vezes só com amigas mas nunca dependeu apenas de mim: da primeira vez foi um curso num colégio inglês pelo qual o meu pai pagou, e da segunda os custos saíram do meu bolso mas ficámos alojadas em casa do pai da minha amiga Sue - se não fosse ela nunca teria tido a oportunidade de ir a Barcelona tão cedo.

 

Como já há cerca de um ano que andava fascinada pela ideia de visitar Edimburgo, decidi que esse seria o meu destino para este Verão. É uma ideia que já vem desde Janeiro quando tive as mais longas férias de Natal da minha vida, mas na altura as minhas poupanças ainda não o permitiam. Depois do meu 19º aniversário consegui amealhar dinheiro suficiente e comecei a fazer planos, a consultar sites de hostels e comparar voos. Na verdade estava preparada para fazer a viagem sozinha se mais ninguém pudesse juntar-se a mim, mas felizmente a Sue pôde. Em Julho tínhamos passagens e reservas, com partida marcada para 1 de Setembro.

 

Como escolhemos voar pela RyanAir partimos do aeroporto de Faro, numa manhã de chuva torrencial. Curiosamente aterrámos em Edimburgo com um tempo mais simpático, ainda que o tom pálido do céu não deixasse quaisquer dúvidas de que nos encontrávamos agora na Escócia.

Apanhámos o autocarro até à estação Waverly bem no centro da cidade e iniciámos a missão de encontrar o hostel e arrastar a bagagem até à Dublin Street. Uns quantos quarteirões depois estávamos na rua certa, mas não havia quaisquer sinais óbvios de alojamento - até repararmos num portão onde tinha sido colocada uma folha de papel na qual se lia Bus Station Backpackers. Imediatamente após esse portão encontrava-se um lance de escadas, que descia. Deparámo-nos então com o pormenor de que o nosso tão antecipado hostel se localizava na cave do prédio à nossa frente. Um pouco desiludidas lá fizemos as malas descerem até à porta e tocámos à campainha. A Kylie (a tão afamada dona do hostel que se farta de receber elogios nos comentários do site hostelworld) recebeu-nos muitíssimo bem, mostrando-nos os cantos à casa, indicando o nosso beliche e apontando num mapa várias atracções e pubs e estabelecimentos em Edimburgo que nos poderiam interessar. As reviews fazem-lhe justiça - ainda que no dia seguinte ela tenha partido de férias e deixado o hostel nas mãos de uma rapariga alemã que embora não conhecesse bem a cidade também não lhe ficava muito atrás.

 

Já eram duas da tarde e não fazíamos a menor ideia do que queríamos fazer primeiro, por isso decidimos andar um par de quarteirões até à Broughton St. onde, por recomendação da Kylie, fomos tratar de almoçar. Escolhemos um sítio de comida italiana onde nos embalaram a comida em sacos de papel e nos disseram que estava na hora de fechar. Esfomeadas e sem qualquer conhecimento desta cidade, dirigimo-nos a St. Andrews Square pela qual tinhamos passado com as nossas malas há cerca de uma hora atrás e aí nos sentámos a almoçar.

Tirámos o resto da tarde para vaguear pela cidade sem propósito ou direcção,

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

e assim acabámos por chegar à High Street e à St. Giles Cathedral (onde entrámos) por mero acaso. A partir daí começámos a prestar um pouco de atenção ao mapa, principalmente porque decidimos ir espreitar os pubs que a Kylie tinha apontado como tendo música folk ao vivo, e depois de cumprida essa missão continuámos a explorar a Old Town,

 

e mais uma vez por coincidência, acabámos por passar pelo famoso the elephant house café - onde once upon a time uma senhora inglesa, sem dinheiro para pagar aquecimento no seu apartamento, passou alguns dias neste ambiente acolhedor a observar Edimburgo pela janela e a escrever uma história sobre um rapazinho que descobre que é feiticeiro no seu décimo primeiro aniversário.
No segundo dia, depois de uma visita ao Tesco para nos abastecermos de provisões (água, pão, atum em lata e maionese, comida de microondas e fruta,) fomos visitar o National Museum of Scotland - onde não se paga entrada e que recomendo a quem tiver tempo para dispensar - e acabámos por aí passar toda a manhã.
(a subida até ao telhado aconselho a todos, a vista da cidade em toda a sua extensão é imperdível!)
Depois de almoçarmos as nossas sanduíches de pasta de atum nas escadas exteriores do museu dirigimo-nos ao Starbucks da High Street de onde parte todos os dias (se bem me recordo, três vezes ao dia) uma free tour com a duração de três horas (?) na qual percorremos Edimburgo a pé numa visita guiada em que nos são contadas várias informações e histórias sobre vários locais, alguns populares, outros mais escondidos, pela qual não temos de pagar - embora uma gorjeta ao guia fique sempre bem e será bem gasta. O nosso grupo incluía pessoas de vários países e várias nacionalidades, e é das coisas que mais recomendo que façam se visitarem esta cidade: Edimburgo está cheia de História e pequenas curiosidades, e esta tour faz-lhe justiça. Desde castigos em praça pública a assaltos a castelos, desde a chegada dos irlandeses às guerras com a Inglaterra e ao regresso invulgar da Stone of Destiny a território escocês, e as histórias arrepiantes dos assassínos Burke e Hare, de ladrões de cadáveres e valas comuns, e muito mais - os escoceses orgulham-se do macabro e sabem usá-lo para atrair os turistas. Existem também ghost tours (que não fizemos) durante a noite que prometem revelar muito mais.
Foi mais um dia duro para estas pernas incansáveis. (Não estava preparada para tanta subida/descida e tanta escadaria em Edimburgo, mas é mesmo daqueles sítios que pedem para ser percorridos a pé.) Acabámos a tarde com um cappuccino quentinho na Princes Street, naquele que é o Starbucks com a melhor vista em que eu já estive até hoje:
E de facto, no dia seguinte os nossos planos incluíam uma visita a este magnífico castelo de Edimburgo. Onde para grande desgosto meu, a minha máquina fotográfica decidiu ficar sem bateria - e por isso a maior parte da visita foi registada pela câmera da Sue. Aqui estão os meus cinco minutos do castelo:
(PLEASE RECHARGE BATTERY)
É realmente uma pena porque o castelo é lindíssimo. Depois de esticarmos o orçamento e trocar as sanduíches de pobre por um almoço na pizza hut onde sofremos uma overdose de queijo - ao ponto de eu não consegui comer mais de duas fatias, inédito! - percorremos a Royal Mile até à outra ponta. A Royal Mile é uma sucessão de ruas da Old Town que não mede exactamente uma milha mas foi assim designada porque "Royal One Point Twelve Miles" não fica exactamente no ouvido - é, portanto, uma scots mile (aproximadamente...) Esta une dois grandes monumentos da cidade: o Castelo de Edimburgo e o Palace of Holyrood, que é actualmente a residência da Rainha quando vai à Escócia. É bastante interessante fazer este percurso: comércio aqui não falta, desde souvenirs a lojas verdadeiramente interessantes (encontrei uma loja de livros infantis usados, onde depois de muito debate lá me decidi por um livro sobre o Robin Hood, uma edição dos anos 20 com ilustrações impecáveis.) Ainda considerámos entrar no palácio, mas depois de ter pago a entrada para o castelo não estávamos com muita vontade de gastar mais dinheiro. Também considerámos uma subida ao Arthur's Seat, mas mais uma vez desistimos da ideia - é algo que tenho de fazer definitivamente numa próxima visita.
Voltámos para o hostel ao final da tarde, e depois de tomar banho e de jantar decidimos explorar a New Town há noite. Na Rose Street descobrimos uma grande variedade de pubs, mas ficámos por pouco tempo porque a hora de fechar chega bastante cedo (onde estávamos tocaram o sino à meia-noite.)
Ao quarto dia resolvemos sair de Edimburgo e ir passear para outras paragens - avaliámos as nossas opções e escolhemos Stirling como destino, por isso fomos até à Waverley Station depois do pequeno-almoço (e de uma hora num ciber café para eu me inscrever nas disciplinas deste semestre) e partimos para a aventura.
Stirling é absolutamente encantadora, com aquele charme medieval tão escocês. Vale a visita e num só dia já dá para ver bastante - mas garanto que grande parte será passada a explorar o Castelo de Stirling!
(Wallace Monument a uma distância que desafia o zoom da minha máquina digital)
(o Castelo)
Regressámos a Edimburgo à hora do jantar, tentámos encaixar o banho e a refeição rapidamente (embora o grupo de espanhóis do nosso hostel fizesse um festim todas as noites o que nos deixou à espera para utilizar a cozinha uma boa meia-hora que não estava nos planos) e lá fomos à procura de um pub, desta vez na Old Town. Mas o nosso percurso foi interrompido por um espectáculo de fogo de artifício lançado do castelo - eu sou grande fã de fogo de artifício, e este foi deslumbrante. Basicamente ficámos uns bons trinta minutos na North Bridge a observar estes repuxos coloridos e a exclamar "aahhh"s em uníssono com a multidão. Interrompido por algumas pausas, este espectáculo ainda durou mais que uma hora, mas entretanto resolvemos mesmo por ir até ao pub aproveitar a noite. Espreitámos aqueles que a Kylie nos tinha apontado - o primeiro tinha óptimo aspecto mas já estava demasiado cheio e o espaço era bastante limitado. No segundo ainda ficámos algum tempo a apreciar música folk, eu que tenho um fraquinho por guitarras acústicas e fiddlers, mas também este era muito pequeno e não tinha muita gente da nossa idade. Concordámos em experimentar o último que nos tinha sido recomendado, e embora duvidássemos um bocadinho do seu aspecto exterior, dois escoceses que estavam a fumar à porta convenceram-nos a espreitar. Não ficámos muito convencidas, e a música era demasiado bluegrass para o nosso gosto, por isso para não ficar mal pedimos cada uma um shot de tequila caríssimo e saímos dali - mas antes eu ainda consegui tropeçar no banco do piano ao tentar sair do balcão, o que levou toda a gente à minha volta a amparar-me a queda e piadas inocentes sobre a minha taxa de alcoolémia (o que os "amigos" não sabiam é que se eu estivesse na verdade bêbeda provavelmente até tinha evitado o banco, mas estava com tanta pressa para sair dali que nem vi onde pus os pés.)  
À quarta vez, e não à terceira como manda o ditado, encontrámos o sítio perfeito na High Street. Bom ambiente, frequentado por toda a gente mas na maioria jovens, e música ao vivo mesmo no ponto. Não era exactamente folk - estava um rapaz a tocar guitarra e cantar músicas originais e covers - e divertimo-nos imenso. Toda a gente foi bastante simpática, e embora tenha acabado à uma da manhã (booo) foi o final ideal para um dia em cheio.
O quinto dia foi para nos lamentar-mos por o tempo ter passado tão depressa e afogar a mágoa em compras - a.k.a. deprimir ainda mais porque nos sobrava pouco dinheiro e depois gastá-lo todo nas promoções maravilhosas da HMV. E quando as lojas começaram a fechar, recorremos a um método mais eficaz de afastar qualquer tristeza:
(tradição adoptada nos tempos de Clifton, mas que não é bem o mesmo sem a Maggie e a Mollie.)
E claro, stressar e pensar que ainda não tinha fotografado Edimburgo o suficiente:
À noite voltámos ao mesmo pub onde tinhamos acabado a noite anterior para uma última pint (Bailey's para a Sue, hehe) e o que começou por ser desconfortável - com um velho já com um copo a mais a tentar meter conversa - acabou comigo a pedir ao músico que tocasse Kings of Leon, e ele respondeu "Sorry, I only know the old ones, old school Kings of Leon," ao que eu acenei entusiasticamente "Old school is perfect!" e assim dançámos que nem umas loucas desajeitadas ao som da cover da Red Morning Light e a nós se juntou um grupo de alemães, um deles a dizer-me "I love this song!" e a dançar de forma ainda mais ridícula. Priceless.
Quando o pub fechou ainda fomos à procura de outro bar na Cowgate, mas provavelmente andámos a procurar no sítio errado (ou no dia errado) porque estava tudo vazio e silencioso. Voltámos para o hostel onde eu aterrei numa poltrona da sala enquanto o francês fazia conversa e só a Sue respondia porque eu estava demasiado exausta para tentar decifrar o sotaque.
Et voilá. No dia seguinte despedimo-nos das gaitas de foles e dos kilts e daquele sotaque maravilhoso. Adorei toda a experiência, toda a gente que conhecemos no hostel tinha uma história para contar, e espero repetir várias vezes daqui para a frente. Apaixonei-me pela Escócia e tenho saudades.
(le shopping = i am a child and a nerd.)
fotografias do post © Nessie http://nessieontherun.blogs.sapo.pt



Sue @ 23:13

Qua, 09/11/11

 

Omg I miss it so much.
Temos de trocar fotos e vídeos com urgência.
Adorei a viagem, obrigada por tudo.
Ly


Nessie @ 21:04

Qui, 10/11/11

 

vamos já começar a escolher a próxima, shall we? (apetecia-me ir passar um fim-de-semana a algum lado em dezembro mas estou tão falida, eu que queria ter poupado imenso dinheiro para erasmus. not cool.)


Babs @ 00:35

Qui, 10/11/11

 

Nao te queria pressionar mas ja estava à espera deste post ha muito tempo (embora ja tivesse visto as fotos no facebook)
Adorei quando disseste que stressaste a pensar que nao tinhas fotos suficientes porque isso me acontece montes de vezes.
E tenho de ir a Edinburgh (proximo ano, esta quaseeee) e depois vou escolher um hostel fofinho desses *.*

:)


Nessie @ 21:02

Qui, 10/11/11

 

este hostel era ÓPTIMO! *-* escolhemos um dos mais pequenos por sermos só duas (e inexperientes nestas paragens) e ficámos no quarto maior, que levava oito pessoas. cada um tinha direito a um cacifo mas toda a gente deixava as coisas à vista a toda a hora xD nós até levámos saco-cama para o caso de os lençóis não parecerem limpos ou assim, mas estava tudo impecável - mesmo os chuveiros. (aliás, o hostel só tinha capacidade para 20 pessoas por isso acaba por haver mais respeito pelos espaços, e foram sempre todos super simpáticos.) como ficava na new town, numa área mais residencial, estávamos afastadas das principais atracções, mas como de qualquer maneira edimburgo não é muito grande até foi bom porque passámos a conhecer outra zona menos turística.
TENS DE IR SIM.


i @ 12:16

Qui, 10/11/11

 

a inveja é muita e a próxima viagem que fizer vai ter que ser a edimburgo ou a dublin .
já agora, o voo da rynair aterra num aeroporto perto da cidade? é que conheço casos de voos da rynair para londres em que o aeroporto fica no cu de judas.
beijinhos


Nessie @ 20:54

Qui, 10/11/11

 

também já ouvi isso, mas neste caso isso não acontece. aliás, fiquei muito bem impressionada com a ryan air em todos os aspectos - não houve atrasos, e quando chegávamos ao à recolha das malas (levámos malas de porão, enfim) elas já lá estavam. admito que estava à espera de mais chatices, mas é melhorar não agoirar :)
no aeroporto de edimburgo, onde aterra o voo, passam autocarros de dez em dez minutos que te põe no centro da cidade (Waverly Station) em 20/30 minutos - http://www.flybybus.com/ (e não são caros, acho que era 3 libras?)

também quero muito ir a dublin (a irlanda é o país que mais quero visitar há anos,) talvez aproveite enquanto estiver em erasmus se tiver dinheiro... mas a minha próxima prioridade é amsterdão onde espero poder ir nos meus anos :D
quando partes para istambul?


i @ 21:25

Qui, 10/11/11

 

obrigada pela informação :)
istambul é já amanhã de madrugada.
beijinhos


Barbie @ 21:16

Sex, 11/11/11

 

nao tens noçao da vontade com que me deixaste de conhecer a escocia! parece encantador *-*


Nessie @ 00:24

Sab, 12/11/11

 

yay missão cumprida :D ainda bem, porque a escócia merece mesmo a visita! eu irei voltar de certeza, até porque quase toda a gente do nosso hostel tinha feito a viagem às highlands e eu fiquei cheia de inveja...


Barbie @ 16:20

Sab, 12/11/11

 

isso é um problema para mim porque ja estava indecisa entre paris, roma e amesterdao para este ano e agora estou com vontade de visitar a escocia tambem T.T é tao dificil escolher xD
de qualquer forma, eram bons os quartos do hostel? é que o meu primeiro em londres nao era muito aconselhavel e agora receio um pouco hostels..


Nessie @ 16:41

Sab, 12/11/11

 

nós ficámos neste: http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Bus-Station-Backpackers-Edinburgh-Hostel/Edinburgh/20749?source=googleadwordshostelsbyname&gclid=CJqewKzBsawCFSUhtAodORM2HQ
escolhemos um dos mais pequenos (a lotação era de 18 pessoas: um quarto para 4, outro para 6, e outro para 8) e por isso era ligeiramente mais caro que os de maior capacidade, mas como ficámos no quarto para oito a diferença de preço nem foi muita e acabou por valer bastante a pena. sempre nos sentimos bastante seguras, tanto na zona em que estava localizado como dentro do próprio hostel. tinhamos algum receio quanto à limpeza e por isso até levámos sacos-cama, mas tanto as camas, as casas de banho e a cozinha estavam sempre limpos pelo que nem tivemos necessidade de os utilizar. os quartos tinham um cofre para cada pessoa (onde dava para pôr computador portátil e valores.)
sinceramente, para estas condições e tão bom ambiente e respeito entre as pessoas que lá estavam alojadas, acho que o preço que pagámos (terá sido qualquer coisa como 13/14€ por noite) foi bastante razoável.
aconselho-te a percorrer exaustivamente os comentários e feedback deixados pelos viajantes nas páginas dos hostels no hostelworld.com. a nós ajudou-nos imenso a tomar uma decisão.

amsterdão é a próxima da minha lista! queria muito ir a paris também mas os preços ainda me condicionam um bocado nesta altura... qualquer que seja a tua escolha tenho a certeza que vai valer a pena! o grande problema é sempre escolher, por isso nessas coisas tenho tendência a ser um bocadinho instintiva. eu nem nunca tinha pensado muito em edimburgo até há um ano atrás, quando de repente me deu uma vontade enorme de lá ir. por outro lado itália foi o primeiro país que quis visitar (desde os seis/sete anos que quero lá ir) e no entanto ainda não fui ;)


Barbie @ 17:12

Dom, 13/11/11

 

ja estive a dar uma espreitadela. pelo menos os wc's parecem ter um pouco mais de qualidade mas o que me assustou mais no outro foi mesmo os quartos. nao fui eu que o escolhi, foi uma amiga minha mas ela tinha dito que o hostel tinha uma avaliaçao boa no site. ela é que planeou a viagem na integral, eu limitei-me a escolher os sitios que queria visitar e a ir xD so que agora, como nao sei se vou ter companhia ou se me vou aventurar a ir sozinha, tenho que ser eu a tratar de tudo, grande responsabilidade ahahah
acredita, a maioria das viagens que fiz foi mesmo assim, alguem manda a ideia para o ar na brincadeira e acabamos por estar noutro pais algumas semanas depois.
um amigo meu ja esteve em amesterdao e diz que é muito acolhedor e pacifico. ontem apercebi-me que nao ha viagens lowcost para edimburgo nem amesterdao sem ser no aeroporto de faro, chorei. tambem foi da forma que vi a minha lista reduzida a duas opçoes e estou muito, muito inclinada para roma. so que la está, é como tu dizes, fica carito. em paris consigo arranjar alojamento de borla mas os hostels que encontrei para ja em roma com bons ratings sao quase tao caros quanto os hoteis.
obrigada pelas dicas :D


Nessie @ 18:52

Dom, 13/11/11

 

também tivemos um problema com a questão de faro... na easy jet o voo chegava lá depois da hora de fechar a desk do hostel, e na ryan air o voo saía demasiado cedo pelo que tínhamos de apanhar o autocarro para faro no dia anterior. fomos pela segunda hipótese porque felizmente a minha amiga tem parentes no algarve que foram super simpáticos e deixaram-nos lá ficar a noite e levaram-nos ao aeroporto de manhã. mas sem um apoio, é mais complicado...
deixa lá, eu também nunca tinha planeado viagem nenhuma antes desta e correu lindamente :D o truque é só planear o essencial haha. (e se possível com alguma antecedência por causa dos preços dos bilhetes.)
não fazia ideia que em roma os hostels também eram caros, que seca... mas faz-se um esforço no orçamento :) espero que vás em frente com isso! bom planeamento ;D

beijinhos.


Raquel @ 22:04

Ter, 15/11/11

 

fiquei com inveja dessa tua viagem. adorei o post.


Mollie @ 11:25

Sab, 19/11/11

 

Passado algum tempo é que arranjei espaço para vir ler este incrivelmente longo post! (para veres como anda a minha vida..!)

Posso dizer que ‘foi lindo’ porque deu para viver um bocadinho de Edimburgo só por ler as tuas descrições (estás cada vez a escrever melhor, adoro!). Gostava imenso de ter ido, mas as circunstâncias não foram as melhores – no entanto o meu nome está ali algures yeahh - hei de realmente ir lá nuns tempos próximos ;)

Ouvi dizer que Edimburgo em alojamento regime bed and breakfast também é giro e barato!


Nessie @ 23:25

Sab, 19/11/11

 

gurl, vou voltar lá definitivamente num futuro próximo - até porque também me quero aventurar por inverness e as highlands a seguir. join me? :)


Mollie @ 11:46

Dom, 20/11/11

 

YES

quote de descrição do blog: últimas palavras de François Rabelais, segundo o livro Looking for Alaska (John Green) imagem do cabeçalho via catfromjapan.tumblr.com
Apenas possuo imagens publicadas no meu blog quando mencionado. Todas as restantes - a maioria delas - são retiradas da internet.
"I go to seek a Great Perhaps.
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